Quarto de bebê com decoração estilo escandinavo: tá na moda ;)

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Eu venho passando por um processo de autoavaliação profunda no que diz respeito às minhas preferências decorativas. Muito do que eu costumava amar antes hoje vejo com outros olhos. E às vezes olho para alguns móveis, quadros, estampas e outras coisas que tenho em casa e tenho vontade de jogar fora e comprar tudo novo. Enfim, em resumo e em outras palavras, descobri que eu sou cafona. Mas tudo bem, porque sou jovem, tenho a vida pela frente e sempre é tempo de aprender, mudar, melhorar e evoluir. Né? Hehe.

Comecei a me dar conta que eu estava meio démodé no tema decoração com a Bruna, minha querida amiga e companheira de assuntos decorativos (ela também é cozinheira de mão cheia e tem um blog de gastronomia chamado Gourmandisme). Ela é super fuçada em blogs e sites e uma verdadeira expert em como comprar pela internet coisas boas, que aqui custam uma fortuna, gastando bem pouco. Graças a ela, comprei pela internet um jogo de panelas antiaderente super mega maravilhoso de uma marca famosa americana chamada Cuisinart por 140 dólares – uma pechincha, dados os preços daqui. Foi graças a ela, também, que eu descobri o estilo escandinavo de decoração. Não posso dizer que é meu estilo preferido, porque minha paixão por dourado, flores e outros pequenos detalhes que deixam a vida e a casa mais romântica, não sairá de mim tão fácil, mas confesso que admiro cada vez mais essa maneira clean, neutra, funcional e básica de decorar a casa.

Em homenagem à minha amiga Bruninha e aos exímios decoradores nórdicos, responsáveis por essa minha transformação decorativa, fiz uma seleção de quartos de bebê com decoração estilo escandinavo.

Note que eles usam muito branco, cinza e pouquíssimas cores fortes, apenas um ou outro detalhe de destaque (como uma cadeira ou um pôster na parede). Esse tipo de decoração é bem bacana pra quem quer montar um quarto de bebê neutro e unissex.

 

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* Fotos: @pantaimentari

É isso! Com carinho,
Sofia

Dica de livro bacana para as crianças

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A escolinha da Mabi tem um projeto que se chama Ciranda dos Livros: no início do ano letivo, cada criança empresta um livro para a escola. Esses livros vão rodando a turma, e a cada sexta-feira vem um diferente pra casa, que deve ser devolvido na segunda-feira. Legal, né?

Esse leãozinho simpática aí da foto é minha Mabi brincando com um deles. Achei tão fofo – e ela se divertiu tanto com o livro – que resolvi compartilhar por aqui. O livro é de uma coleção chamada Coleção Pop up Transforme-se, da Editora Impala Brasil. A coleção tem dois volumes. Este que veio pra Mabi é o Tigre! Pirata! Cavaleiro! Cada página vem com um personagem diferente no qual a criança pode se transformar.

A Mabi me falava assim: “Mamãe, quem eu sou?”. Enfiava a cabecinha no buraco (com o desenho do bicho virado pra dentro, rs) e independente do personagem da página, ela imitava um leão: “Ruauuuu”. Ai Mabilete, minha maluquinha :)

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Quem quiser saber mais sobre esses livrinhos, aqui está o site da editora:
Coleção Pop up Transforme-se – Editora Impala Brasil

Fica a dica! Espero que gostem :)
Beijo,
Sofia

Festa de aniversário: 2 anos de Mabi

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Nada contra festa em buffet – eu mesma pretendo me render às facilidades de uma festa pronta nos próximos anos-, mas para mim nada se compara a uma festa de criança em casa. Acho que é porque tenho muitas boas recordações das festinhas que minha mãe preparava pra gente em casa. Na véspera ficávamos nós todos enchendo bexiga, enrolando (e comendo) brigadeiro e arrumando a casa. No dia da festa, chegava minha avó Diva cedinho com o bolo (sempre uma atração à parte, até porque raramente as invenções dela davam certo e vez ou outra ela aparecia com um bolo meio esquizofrênico, todo torto, mas inteiro coberto com as flores de seu jardim para disfarçar qualquer imperfeição, rs). Ah, quantas boas lembranças…

No dia 07 de março Mabi fez dois anos. Aproveitei que ela ainda é pequenina e não tem voz ativa na lista de convidados pra fazer uma festa de aniversário pequena, em casa, só para a família, alguns amigos próximos e algumas crianças do condomínio.

A festinha foi uma delícia. Tudo feito em casa, da decoração aos quitutes. Minha mãe se encarregou dos brigadeiros e dos salgados: cachorro quente, alguns salgadinhos encomendados e bolo salgado, um clássico. A minha irmã Duda, que faz bolos maravilhosos, ficou com os cupcakes e o bolo de laço da Princesa Mabi, que fez o maior sucesso. A decoração, as bebidas, a pipoca, os mini croissants recheados, as lembrancinhas e a parte técnica funcional diretiva ficou comigo, a super mamãe, e com papai, que no dia da festa passou a manhã toda cuidando de Mabi e Alfonsinho para eu “armar o circo” em paz.

Atrações para as crianças

Antigamente as festas de criança não tinham nenhuma atração especial e elas eram divertidissimas. Sou da opinião que criança não precisa de parafernália especial para brincar – elas sozinhas inventam as melhores brincadeiras. Por isso nem pensei em alugar brinquedos ou algo do tipo. A única coisa que fiz foi contratar uma animadora de festa pra bolar algumas brincadeiras com os pequenos. Foi o máximo: ela veio vestida de princesa e com uma mala mágica de onde surgiram as mais variadas e criativas atividades. Teatro, contação de histórias, cobra cega, piquenique, ateliê de bexigas e de maquiagem. Nossa super princesa animadora de festa também me emprestou uma fantasia de Minnie (essas de corpo inteiro e cabeça gigante) e, adivinhem?, sobrou pra minha irmã caçula, a tia Bibi, vestir a fantasia numa tarde de 30 graus. Hehe. A ideia seria fabulosa não fosse por um detalhe: todas as crianças da festa (todas, sem exceção) abriram o maior berreiro quando viram a Super Minnie peludona. Fizemos de tudo: colocamos a Minnie pra dançar, pra abraçar os adultos, pra pular, mas nada. Dois irmãos gêmeos que estavam lá, coleguinhas de escola da Mabi, tiveram até que ir embora depois da rápida aparição da Minnie porque não conseguiram superar o trauma, mesmo depois de a mamãe ter mandado a Minnie embora pra casa dela. Fazer o quê, né? Nem tudo dá certo nessa vida.

Organização da festa

Tirando o episódio da Minnie, foi uma festa como as minhas de antigamente. Simples, bonitinha e feita com carinho. Não gastei muito e não passeio por esses estresses de organização. No total, foram três idas a uma loja especializada em produtos de festa aqui na minha cidade para garimpar pratinhos, bexigas, canudos, copos, essas coisas. O resto fiz por telefone e internet. Minha mãe e minha irmã Duda também fizeram os doces e os salgados na véspera.

Decoração

Decidi não escolher nenhum tema para a decoração da festa. Acho que essa mania de tema limita muito a criatividade na hora de decorar. Aproveitei o que tinha em casa para fazer a decoração da mesa: ursinhos, flores, vasos, bandejas, brinquedos. Na garagem de casa, fiz o espaço das crianças. Separei alguns brinquedos da Mabi, coloquei mesinhas pequenas e uma tenda de circo que ela ganhou do tio Fernando e da tia Beatriz. Para decorar a parede da mesa de doces, escrevi seu nome em rosa com letras de isopor compradas pronta e em volta enfeitei com bichinhos fofos de uma cartela de adesivos de parede que comprei no Real Forte, uma loja estilo 1,99 conhecida no interior. As caixinhas para as lembrancinhas também foram compradas nessa loja, e dentro coloquei tranqueiras, afinal, é disso que as crianças gostam: pirulito, chocolate, ioiô e um carrinho pequeno de plástico. Para mim, o melhor foram as garrafinhas de água: comprei 24 garrafinhas pequenas rosa, tirei o rótulo e colei o adesivo que havia mandado  fazer tempos atrás para o material escolar da Mabi (hihi). Invenção de última hora que ficou o máximo, modéstia à parte.

Menu

O menu foi: cachorro quente, enroladinho de salsicha, pipoca, bolo salgado, mini croissant recheado e alguns salgadinhos que minha mãe resolveu encomendar de última hora. De bebida, cerveja, refrigerante, água e limonada caseira – que foi o hit da estação. No fim, beberam mais limonada que refrigerante. De sobremesa, brigadeiro, cupcakes e o super bolo da minha irmã chef patisserie Duda Benini (encomendas falar com sua assessora – eu! rs.).

Bem, e isso é tudo, queridas leitoras. Esse é um breve resumo da festinha de dois anos da Mabi. Espero que um dia ela olhe para essas fotos e sinta a mesma coisa boa que eu sinto quando me lembro das comemorações de meus aniversários.

Com carinho,
Sofia

 

 

 

 

Como é a vida depois do segundo filho

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Vira e mexe eu recebo emails de leitoras pedindo para eu falar sobre isso ou aquilo no blog. Mas desde que Alfonsinho nasceu, vários deles pedia a mesma coisa: para eu falar sobre como é ter dois filhos. Engraçado que a maioria deles era de mães cujo segundo filho também acabara de nascer. E quase todos terminavam com um comentário do tipo: “Ai, conta como você faz pra dar conciliar tudo porque eu estou ficando louca”.

Queridas companheiras, estamos no mesmo barco. Se alguém encontrou a fórmula mágica pra conseguir dar conta de tudo sem pirar na batatinha, por obséquio fazer a gentileza de compartilhar conosco nos comentários e durma sabendo que terá então ajudado um contingente de mães surtadas.

Acho que eu demorei pra falar disso porque não é do meu interesse desanimar ninguém. A terra está aí pra ser povoada, minha gente, e ter filho é sempre uma benção. Dois então são duas bençãos.  Eu mesma não desisti do terceiro – apenas aprendi a liçãozinha de que esperar alguns aninhos pra engravidar de novo não faz mal a ninguém.

Para as que querem saber como é ter dois filhos, cá estão algumas reflexões pessoais sobre a minha experiência de mãe de dois filhos com um ano e meio de diferença entre eles.

Dá trabalho. Em dobro.

É verdade que com o segundo filho você já pegou a manha de várias coisas sobre o universo dos bebês e tira de letra alguns contratempos que no primeiro te tiravam o sono. No entanto, porém, todavia, isso não elimina do seu cotidiano algumas atividades que fazem parte da rotina de cuidar de uma criança. E se com um é trabalhoso, com dois é… bem, depende do meu humor no dia. Tem dias que eu acho uma farra. Em outros, acho uma insanidade.

Te sobra menos tempo ainda

E esse tópico é apenas uma consequência do primeiro. Se o trabalho é dobrado, e as horas do dia continuam as mesmas, faça as contas e você verá que sobra ainda menos tempo pra você. Tudo bem, ninguém aqui está fazendo drama, apenas constatando os fatos.

Você vai querer surtar de vez em quando – e vai acabar surtando mesmo

Outro dia recebi o email/desabafo de uma mãe de dois dizendo que tinha horas que ela tinha vontade de pegar o telefone e jogar na parede. Sabem que meu lado malvadinho ficou até contente ao ver que eu não sou a única com rompantes de quebrar a casa? Queridas amigas, vamos ser honestas, tem horas que a coisa encrenca e não é fácil segurar a barra quando se está sozinha. Minhas vontades de surtar geralmente aparecem quando eu fico sozinha com eles no final da tarde (o período mais crítico do dia, já que é quando eu tenho que dar papá, banho, leite para os dois, e colocá-los pra dormir. Só que enquanto eu estou com um, o outro berra. E se vou ao seu socorro, o outro esperneia.) Tem dias que eu termino a saga com vontade de chorar. Mesmo.

Você dorme ainda menos

Longe de mim ser negativa. Mas acho uma bela de uma sacanagem essas mães que só falam das coisas boas de se ter filhos. É bom? É maravilhoso, lindo, uma experiência transcendental, ok. Mas sou da opinião de que, quanto mais conscientes da realidade estivermos, melhor lidaremos com a situação. Gente, sejamos racionais. Você tem um filho que acorda de madrugada. Aí vem outro que acorda também. Em momentos diferentes, certo? Sem contar quando um acorda o outro – o que acontece bastante, pelo menos na minha casa. Precisa falar mais? Não, então vamos ao próximo tópico.|

Você experimenta sentimentos novos e bonitos

É verdade que o amor aumenta, é verdade também que, apesar de achar durante a gravidez que não vai conseguir amar o segundo tanto quanto ama o primeiro, você acaba descobrindo dentro de si mesma um saquinho sem fundo de amor. De amor e de outros sentimentos lindos. Outro dia fui passear com Mabi e Alfonsinho numa manhã de sol e resolvi colocar os dois juntos no carrinho. Os dois bem apertadinhos, uma fofura. No caminho, Mabi começou a falar baixinho com o irmão. Não entendi bem o que era, mas era uma conversinha meiga e carinhosa. E aí ela pegou a mão dele, lhe perguntava alguma coisa e ria. Ele dava risada também. Ela então fazia carinho na cabeça dele, lhe enchia de beijos e falava: “Ah, meu Fonsinino… meu nenê”. Não sou o tipo manteiga derretida e não costumo me emocionar tão fácil. Mas aquilo foi uma das coisas mais lindas que eu já vi na vida. O que eu senti ao ver Mabi e Alfonsinho assim, nesse momento de carinho, foi novo pra mim. Uma mistura de alegria, ternura e uma gratidão imensa. São esses momentos que deixam a vida mais bonita.

Você se acostumará rapidinho à farra que será sua vida

…e sentirá saudade dela quando estiver longe. Com dois filhos, não existe monotonia. Não existe domingo preguiça, ler uma revista por inteiro sem interrupções, ficar no computador matando tempo. O tempo que te sobra é pouco e valioso. E você vai aprender a administrá-lo com muita maestria, porque no fim das contas não existe outra opção senão a de dar conta de tudo. Você tem que dar conta de tudo e acabou. E, no fim, você consegue. E vai se sentir a mulher maravilha por isso.

P.S.: Procurando imagens de mãe de dois filhos pra ilustrar o post, encontrei essa reprodução de um quadro da Mary Cassatt. Achei lindo :)

Sobre filhos, marido e prioridades

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Ser casada com um espanhol me proporciona muitas coisas boas. Comer jamón serrano com frequência e tomar vinho gran reserva sem ter de pagar os olhos da cara por eles são algumas delas, mas não as mais importantes. Aprendi com minha família de além-mar alguns valores que norteiam minha vida, e que, apesar de hoje me parecerem tão óbvios e necessários, nunca identifiquei antes traços deles na dinâmica familiar brasileira. É desse jeito espanhol de ser, de ter filhos e de tratar o marido e a esposa que eu vim falar hoje.

Já havia reparado que na Espanha os casais têm bem mais filhos e, pasmem, são mais unidos. Com três, quatro ou cinco crianças (pois é, lá o povo adora uma família grande), vejo marido e mulher saindo à noite com bem mais frequencia do que eu e meu Javi fazemos tendo apenas dois (apenas, porque lá quem tem só dois filhos é café com leite). Não vejo mães tão estressadas como as que vejo por aqui (e me incluo nesse time), nem tão relaxadas com a aparência (estou dentro de novo, visto que não faço minhas unhas há dois meses) e nem tão distantes de seus companheiros. Acredito que as limitações e dificuldades que surgem para o casal com o nascimento de um filho apareçam em qualquer lugar do mundo, mas de alguma forma as espanholas conseguem levar a maternidade com mais leveza. E essa leveza reflete na família como um todo, principalmente no relacionamento com o marido.

Sempre matutei muito tentando decifrar o que é que elas faziam de diferente. E pouco a pouco fui descobrindo. Um dia, em meio a uma conversa descontraída de família, ouvi de minha sogra um conselho que mudou minha maneira de encarar o casamento e a forma com que crio meus filhos. Ela disse assim que o companheiro, e não os filhos, deve ser a pessoa mais importante da vida de uma pessoa. O marido e a mulher devem ser a prioridade um do outro, e não os filhos. Porque os filhos a gente ama e os educa, mas devemos criá-los para o mundo. Em algum momento eles vão embora, e é assim que tem de ser. Quem fica é o seu companheiro – a pessoa que você escolheu para estar ao seu lado nessa fase da vida. E com quem você começou e vai terminar essa grande aventura.

Não conheço tantas espanholas assim pra dizer com convicção que esse modo de pensar é generalizado, mas a maioria das que eu conheci pareciam levar uma vida condizente com este pensamento. Em resumo, elas são muito mais mulheres do que mães. O curioso é que isso não faz delas piores mães – também elas são carinhosas e atenciosas com seus filhos -, mas sim melhores companheiras para seus maridos. Elas se esforçam muito mais pra fazer programas sem filhos e me espanto ao perceber que nos jantares de gente grande não há elucubrações sobre as peripécias prodigiosas dos pequenos – fala-se de assunto de gente grande. Elas não sentem tanta culpa por que não amamentaram, ou porque trabalham fora, ou porque deixam os filhos na escolinha de dia ou com a babá pra sair à noite. Elas são mais seguras do quão boas são para seus filhos e reconhecem quão essencial é, para elas e para a família, dar atenção para aquilo que lhes é importante além dos filhos.

Com isso, o que vejo são mulheres menos cansadas, mais saudáveis emocionalmente e com casamentos mais sólidos. O divórcio não acontece com a mesma facilidade que se acontece aqui. E casamentos pra toda vida não são vistos como coisa de antigamente.

Talvez eu seja romântica demais em acreditar que meu casamento é pra sempre. Mas penso que não se trata de acreditar, mas sim de tomar uma decisão e se propor a cumpri-la pro resto da vida. E ser fiel a essa escolha cada vez que os problemas surgirem. Tem que ter amor? Ah, claro que tem. E amor eu tenho de sobra pelo meu espanhol. Mas vejo outros casais que começaram cheios de amor e se perdem em algum ponto da trajetória. Por quê?

Amo meus filhos. Todos os dias tento ser a melhor mãe para eles. Mas tento também controlar essa síndrome da mãe perfeita, que não existe, e na ânsia de atingi-la corremos o risco de perder outras coisas igualmente importantes pelo caminho. É nisso que venho pensado ultimamente, queridas leitoras. Espero ter inspirado alguém com minhas filosofias ;)

Com carinho,
Sofia

p.s.: hoje é meu aniversário. hihi. tinha que contar!

Party City: a melhor loja dos EUA para fantasias e festas

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Oi leitoras,

Hoje o post é de festa!!!! Vim deixar uma diquinha valiosa pra quem está se preparando pra comemorar alguma data especial e também aproveitar pra inspirar vocês pro carnaval com algumas fantasias de criança. Preparadas pra muita fofurice? Então vamos às fotos.

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Diquinha de hoje: Todas essas fantasias infantis são de uma loja americana chamada Party City. Algumas de vocês já devem conhecer essa loja de artigos de festa dos EUA. Tem praticamente tudo pra qualquer tipo de festa, qualquer tema e qualquer bolso. Lá você pode comprar desde as coisinha mais básicas, como guardanapos e copos, atá as decorações mais extravagantes.

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As fantasias de criança são uma atracão à parte, principalmente em época de Halloween. São muitas opções e o esquema é bem prático. A fantasia vem completa (exceto sapato), com acessórios e tudo, em um kit com embalagem de plástico que quase não vai ocupar espaço na sua mala. E pra escolher também é bem fácil. Na verdade as fantasias em si nao ficam expostas. O que eles fazem é colocar as fotos de todas as fantasias expostas na parede mesmo, acompanhadas do preço e de um número. Você escolhe a sua e no caixa mesmo é só pedir pelo numero que identifica a fantasia escolhida e o tamanho. Os preços variam de 20 a 60 dólares.

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Mas a loja vai muito além de fantasia. Se você estiver viajando vale muito a pena a visita, principalmente pra quem vai fazer em breve um chá de bebê, festinha de aniversário ou até mesmo noivado e despedida de solteira. Tem acessórios, balões, velas, lembrancinhas, etc, para qualquer ocasião que você sonhar.



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Tem kits como esses que são muito práticos, já vem a decoração completa. Tem tema futebol, Disney, festa havaiana, monstro, carro…
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Lembrancinhas de chá de bebê e de aniversário. Até os doces podem ser comprados lá, tem um corredor só com chocolate, trufas, chicletes e balinhas, e tem ainda uma infinidade de confeitos pra quem quiser se aventurar no forno.
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Convites de todos os personagens de desenho que seu filho(a) já viu ou vai ver ainda. Geralmente são vendidos em pacotes com 8 unidades e o preço vai de 4 a 7 dólares.

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Muitos balões. Desde os animados e com mensagens engraçadas até os mais elegantes para festas de noivados e afins.

Tenho outras dezenas de fotos aqui mas já está bom por hoje né? Avisem ai nos comentários se vocês gostam desse tipo de post com decoração e ideias pra festas, etc e deixem sugestões. :)

Espero que gostem e aproveitem muito o carnaval.

Beijos,

Camila.

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por camila farhat

Camila é advogada, casada com o Júlio e mora há quatro anos nos EUA. Adora moda e conhece todas essas lojinhas, shoppings e outlets pra se fazer compras nas principais cidades americanas. Ela será “A Correspondente Internacional” do Blog da Sofia sobre enxoval de bebê nos EUA, com dicas de comprinhas para as crianças, além de outras informações bacanas que só sabe quem mora lá.

Como divertir as crianças sem ligar a televisão

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Não sou e nunca consegui ser radical em nenhuma das causas que eu apoio. Às vezes acho que não tenho em mim suficiente paixão pra lutar por elas. Em outras vezes penso que sou preguiçosa mesmo e lutar por algo, mesmo sendo apenas uma ideia, dá trabalho. Mas no fim das contas acho que não combino com militância alguma porque nunca ou quase nunca consigo me enquadrar dentro do perfil que se espera do militante.

Por exemplo, sempre tive vontade de me filiar ao Greenpeace e abraçar a causa do meio ambiente, mas não seria verdadeiro da minha parte visto que eu já derrubei algumas boas árvores ligando o secador todos os dias para alisar meu rebelde cabelinho. Adoraria ser vegetariana, veggie ou natureba, comer só verduras e tomar suco verde de jejum, porque realmente me preocupo com o que coloco pra dentro do meu corpo, mas prefiro nem tentar viver sem uma picanhinha mal passada ou ter de abandonar meu vinhozinho. Nessa mesma linha, também queria abolir a televisão da rotina da nossa casa, e só permitir que Mabi e Alfonsinho assistam a DVDs ou filminhos selecionados por mim, evitando assim o bombardeio de propagandas abusivas e inacreditáveis que lamentavelmente invadem a programação dos canais infantis. Mas no fim das contas, ligo o Discovery Kids sempre que não temos nada melhor pra fazer. Afinal, como resistir à Porca Peppa?

Estou aqui, queridas leitoras, pra falar justamente desse “nada melhor pra fazer” no dia a dia dos nossos filhos. Porque sendo eu mãe de dois, sem babá (apenas uma funcionária que faz tudo na casa) e que trabalha (e tem um blog, claro), sei bem como a televisão é garantia de ter o filho quieto por alguns instantes. O problema é quando percebo, com uma pontadinha de dor no coração, que a Mabi passou tempo demais na frente da TV… e penso em tudo o que ela poderia ter feito naquele intervalo de tempo.

Desde que nos mudamos pro interior, proporcionar momentos de brincadeira de qualidade pra ela e pro Alfonsinho (que ainda é pequenino, mas já começa a brincar) ficaram bem mais fáceis. Mas no fim das contas, brincadeiras enriquecedoras do ponto de vista pedagógico sempre dão mais trabalho, claro que sim. Mas quanto mais eu as incluo no dia a dia da Mabi, mais vejo que vale a pena. Para acalmar, distrair, para que ela aprenda coisas novas, para que eu aprenda algo novo sobre ela.

Faço aqui uma relação das brincadeiras que costumam fazer o maior sucesso lá em casa. Elas custam pouco ou nada, não exigem parafernálias tecnológicas pra funcionar e são mais divertidas que qualquer outro desenho que seu filho possa assistir.

Pintar com tinta Guache

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O clássico da escolinha, mas que eu resolvi ter em casa também. Não é sempre que eu libero (tenho que estar por perto e muito atenta pra ela não carimbar a casa ou os móveis com suas mãozinhas sujas), mas quando libero, Mabi se esbalda. Na foto, ela está pintando com a tia Duda, que inclusive me garantiu que “tinta guache é comestível”, quando eu tive um chilique ao ver que a menina estava lambendo os dedos de tinta. Não, não é de comer, mas em compensação sai com uma facilidade incrível. Só com água.

Criações com massinha de modelar

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Outro dia, fui no Real Forte (uma rede de lojas estilo R$ 1,99 que tem de tudo) e comprei umas cinco embalagens de massinha de modelar, além de outras riquezas, rs. Guardei todas fora do alcance da Mabi e decidi ir liberando pouco a pouco, em momentos certos. Adoro convidar a Mabi pra brincar de massinha comigo no fim da tarde. Passamos momentos deliciosos juntas criando obras primas artesanais. Acho uma gracinha perceber como, para ela, é um esforço (e também um aprendizado) realizar movimentos delicados, como colocar o olhinho no lugar certo do rosto da bonequinha.

Brincar na terra

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Pra mim é a coisa mais normal do mundo brincar na terra. Era minha brincadeira preferida quando criança na casa da minha vó Diva. Pra melhorar, ela ainda ligava o esguicho, amolecia a terra e deixava a gente fazer guerra de barro. Ai, vó Diva, que saudade. Outro dia, resolvi dar um tupperware e uma colher pra Mabi e deixar que ela brincasse na terra do quintal. Pra ela, foi uma alegria. Pra mim também.

Brincar na água

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Quem tem piscina em casa, ótimo. Quem não tem, improvisa. Qualquer loja de criança vende piscina inflável de diferentes tamanhos. Eu tinha uma quando morana em SP e colocava na sacada minúscula do nosso apartamento. Aqui em casa Mabi brinca com água de todos os jeitos. Com o esguicho fazendo chuvinha, na piscina com o papi, na sua piscininha inflável com as panelas da cozinha… Semanas atrás, Alfonsinho entrou na onda. Nadou pela primeira vez na companhia da irmã :)

Desenhos para colorir

Aqui não tirei foto, mas nessa mesma loja de tranqueirinhas que fui, comprei várias cartelas de desenho para colorir. Da princesa, do sapinho, do leão, do urso. É verdade que não prende a atenção da Mabi por tanto tempo, talvez por ela ainda ser novinha pra conseguir pintar bem. Mas o “todo” é uma farra. Escolher o desenho que ela vai pintar, escolher a cor do lápis, colocar a mesinha na varanda, sentar-se com a mamãe…

Piquenique de fim de semana

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É tão fácil de organizar e tão gostoso. Só precisa levar uma bolsa com toalha, uns quitutes dentro e alguns brinquedos. Já fizemos piquenique duas vezes em família e é sempre uma delícia. Tudo bem, não vou mentir: nas duas vezes a Mabi quis ir pro parquinho e sobrou pra mamãe recolher tudo correndo pra ir atrás dela. Mas ainda assim está valendo. Quando crescer, esses momentos farão parte de suas lembranças de quando era pequenina.

Beijo com carinho,
Sofia

 

 

 

 

Viajar com bebê de avião: uma aventura nas alturas

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Não é a primeira vez que faço uma viagem de avião com bebê. Sendo meu marido espanhol, tentamos ir à Espanha ver a família sempre que possível. Com isso, Mabi foi visitar sua terrinha com três meses e depois com dez. No começo do ano, fizemos mais uma viagem pra lá. Dessa vez, com Mabi, que tem quase dois anos, e Alfonsinho, que completou cinco meses.

Se viajar de avião com um bebê é uma aventura, com dois bebês é uma odisséia – cansativa e enfadonha, vale dizer, que eu não aguentaria se não acontecessem apenas algumas vezes ao ano.

Depois destas experiências todas, aprendi algumas coisinhas. Nada muito revelador, mas sim pequenos detalhes que no fim das contas facilitam a viagem. Compartilho com vocês, queridas leitoras, na esperança de que ajude de alguma forma as mães que vão viajar com bebê de avião. Espero que gostem e boa viagem!

Nada de levar a casa inteira dentro da mala de mão do bebê

Na primeira vez que viajei com Mabi, eu fui preparada para todas as intempéries que poderiam surgir no intervalo de 11 horas, considerando local e altitude. Pensei em tudo: roupinha se está frio, se está calor, se vomita uma vez, se vomita duas vezes, várias chupetas e mamadeiras no caso de perda, roubo ou sumiço. Leite em pó, então, eu tinha para praticamente quatro dias. Papinhas e sucos idem. Levei também duas mantas e um travesseiro. Foi um estresse muito, muito grande carregar tudo isso. E outro pra encontrar algum item na bolsa quando precisava pegar algo. A cada viagem, a mala de mão do bebê está menor. Levo uma troca de roupa, seis fraldas, lencinho umedecido, um paninho de boca, uma mantinha fina, uma mamadeira, uma chupeta e a quantidade de leite para o período que estaremos fora de casa. O avião fornece mantinhas, travesseiro e água mineral. As aeromoças lavam a mamadeira com água fervendo sempre que você precisar (portanto, não precisa levar uma para cada mamada, como fiz na primeira vez).

Solicite com antecedência o berço de avião para bebês

Informe-se com a companhia que você vai viajar, mas normalmente crianças de até dois anos não precisam comprar um assento, podem ir no colo dos pais (o que não significa que eles viajam de graça, mas o preço é bem inferior do que se você comprasse o assento, claro). Até hoje, em todas as vezes que viajamos, contamos com a boa vontade da equipe de bordo e também de outros passageiros que concordaram em mudar de lugar para que ficássemos com uma cadeira livre ao nosso lado. Dessa forma, pelo menos a criança viaja deitadinha e confortável. Mas bebês de até 9 kg podem solicitar um berço de avião, que é acoplado à parede da primeira fileira do avião. Na foto que coloco abaixo, Alfonsinho está dentro de seu berço. Dependendo da companhia, esse berço é cobrado à parte. Na TAM, por exemplo, tivemos de pagar por ele. Já na Iberia e na AirEuropa, não. No entanto, é um item disputado entre as mães com bebês que viajam de avião, já que são poucos berços disponíveis por voo. Por isso, reserve o seu com muita antecedência.

Solicite cardápio infantil

Eu não sabia, mas na maioria das companhias você pode solicitar um cardápio para bebês. Na AirEuropa, por exemplo, eles ofereciam papinhas salgadas e de frutas. Isso ajuda a diminuir o peso da mala de mão.

Tente fazer a viagem durante a noite

Porque assim o bebê vai dormindo (com sorte e se Deus quiser, rs). Dessa última vez, encontramos um vôo com preço excelente, mas com horários de saída bem ruins. Na ida, saímos de São Paulo a 1h30 da manhã. As crianças dormiram mais ou menos umas sete horas durante o voo, e ficaram umas três acordadas. Ok. Na volta, saímos de Madrid às 3h15 da tarde. Mabi e Alfonsinho fizeram apenas duas sonecas de uma hora cada. . . Pausa para suspiro. . . As lembranças do sufoco que eu passei durante essas oito horas com esses dois pestinhas acordados dentro de um avião ainda são muito intensas para mim, sabe. Mas é o que pode acontecer quando se viaja de dia com crianças. Resumindo como foi o voo: caos total. Se estivéssemos em terra firme, certamente seríamos expulsos do estabelecimento. A Mabi estava simplesmente impossível, elétrica, ligada no 220v, parecendo uma doidinha alucinada. Alfonsinho, que tem uma boa mestra, também fez lá seus showzinhos, embora tenha se comportado melhor. Minha dica para as mães que passam por essa experiência: respire fundo antes de entrar no avião e pense que uma hora a viagem vai acabar.

Leve jogos e brinquedos para distrair a criança ou o bebê

Importantíssimo, principalmente se você vai fazer uma viagem de avião com bebê durante o dia. Leve na bolsa todo tipo de distração possível. E de preferência, distrações novas, ou seja, brinquedos que a criança nunca tenha visto, pra captarem bem a atenção (e pequenos, pra não pesar na bolsa). Uma tablet com filminhos pode salvar sua viagem. Mas lembre-se: uma hora a criança enjoa dos brinquedos. Fazer o quê, c’est la vie.

Chupeta na boca durante a decolagem e o pouso

O movimento de sucção evita dores de ouvido por conta da mudança de pressão. Se você estiver amamentando, coloque o bebê no peito que é ainda melhor que a chupeta.

Quanto menor o bebê, mais fácil a viagem

Sem dúvida alguma. Por isso, não tenha medo de viajar de avião com bebê de poucos meses – caso a pediatra dele libere a viagem. Criança mais velha entende a situação – o que significa que não prega o olho nem por um decreto. A Mabi estava extasiada em voar no “avião do papi” (ela achou que era do papi e ninguém teve coragem de dizer que não, rs).

O carrinho pode acompanhar a criança até a porta do avião

Pouca gente sabe disso, mas ficar com o carrinho de bebê no aeroporto depois de fazer check in e despachar as malas é uma mão na roda. Nele o bebê pode dormir ou ficar sentadinho enquanto você passeia pelo free shop, por exemplo. Ao embarcar na aeronave, um funcionário da companhia recebe o carrinho, que deve ser entregue dobradinho. Algumas companhias o devolvem assim que o avião pousar, outras despacham junto com as malas.

Aqui, a foto dos meus pimpolhos nas alturas. Mabi macaquinha escalando a poltrona para encher os pacovás do irmãozinho Alfonso que descansava em seu bercinho.

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*** Passaporte para bebês: eles também precisam!
*** Viajar de avião durante a gravidez: minhas dicas

Então é isso, minhas caras. Até a próxima!

Beijos,
Sofia.

Enxoval nos EUA: 3 lojas fofas para comprar roupinha de bebê e criança

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Olá leitoras,

Espero que tenham curtido muito o Natal e Ano Novo ao lado das pessoas que vocês amam.

Para o meu primeiro post de 2014, resolvi falar daquilo que toda mãe gosta: roupinha de bebê e criança fofa – e bem fashion. Então anotem aí 3 lojas que apesar de estarem meio fora daquele roteiro comum de compras, valem a visita. Todas são fáceis de encontrar por aqui, vestem bebês e crianças de até 12 anos e tem um preço bem mais amigo que aí no Brasil. Além disso, são lojas menores, com bastante variedade mas uma boa seleção de pecas, porque às vezes as big lojas de departamento são muito cansativas, não é?

 

GYMBOREE:

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Tem em quase todas as cidades americanas e além de ser uma graça tem preços ótimos. Parte masculina e feminina são separadas e dispostas de modo bem fácil. Tem conjuntinhos fofos que podem chegar a 10 dólares em épocas de promoção. Várias estampas de bichinhos, super herói, lacinhos, e muitos acessórios baratos. É uma infinidade de laços, tiaras, chapéus, gorros, etc.

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OSHKOSH B’GOSH:

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O nome é complicado mas o conceito da loja é bem simples: roupinhas de bebê e criança confortáveis e bonitas para o dia-a-dia, fáceis de lavar e bastante acessíveis. Os bodies e camisetinhas de algodão com desenhos divertidos são vendidos em jogos de 2 ou 3 pecas e custam de 6 a 16 dólares.

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Os pijaminhas com estamparia e duas opções de parte de baixo (short e calça) custam cerca de 22 dolares.

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JANIE AND JACK:

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Minha loja de bebê e criança nos EUA preferida. As roupinhas são de enlouquecer qualquer mãe e algumas coisas eu confesso que até gostaria de encontrar em tamanho adulto.
Além de lindas, são de excelente qualidade. Essa última informação veio diretamente das minhas amigas mamães que me juraram que as peças duram até a quinta geração de bebês. Se alguém chegar lá, conta pra gente se confere, ok? J

O preço não é tão convidativo quanto nas outras duas, mas se você quiser algo para um batizado ou festinha, esse é o lugar. Ou então, se passar por algum outlet, fique de olho porque quase sempre tem uma Janie and Jack com descontos de até 60%. Ja vi nos outlets do Texas, de NY, da Florida e da California pelo menos.

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** Roupinhas da coleção Holiday:

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** Roupinhas da coleção Coastal Guetaway:

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E paramos por aqui, um pouco a contragosto, porque eu queria mesmo era postar todas as fotos fofas.

Boas compras e um beijo,

Camila.

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por camila farhat

Camila é advogada, casada com o Júlio e mora há quatro anos nos EUA. Adora moda e conhece todas essas lojinhas, shoppings e outlets pra se fazer compras nas principais cidades americanas. Ela será “A Correspondente Internacional” do Blog da Sofia sobre enxoval de bebê nos EUA, com dicas de comprinhas para as crianças, além de outras informações bacanas que só sabe quem mora lá.

7 Ideias chiques para quarto de bebê menino

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Queridas leitoras,

Quando era pequenina, tinha uma amiga inseparável chamada Larissa. O tempo passa, a vida acaba levando cada uma para um lado e ficamos um bom tempo sem contato. Foi através deste estupendo blog que retomamos a amizade. Pouco tempo atrás, adivinhem?, ela e o marido, o Rafa, se descobriram GRÁVIDOS de um menino, o Joaquim!

Parece mentira, mas como eu fui a primeira de minhas amigas, irmãs e primas a engravidar, nunca pude acompanhar a gravidez de nenhuma pessoa próxima a mim. Oficialmente a Larissa é minha primeira amiga a ficar grávida. E eu estou muito feliz de ter uma companheira para trilhar comigo as peripécias do mundo dos bebês.

Bem, ela está na fase de pensar na decoração do quarto do bebê. Assim como eu, ela gosta de quarto em tons de bege, azul claro, azul marinho… Prometi que faria um post em homenagem a Joaquim, com inspirações para seu quartinho. E cá está ele!

Sendo assim, queridas leitoras, aqui vão algumas ideias de decoração pro quarto de bebê menino que tirei de dois sites nacionais que eu adoro, o Quartodebebe.Net e Constance Zahn Babies:

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Quarto de bebê bege e azul marinho com tema cachorrinho. Mais fotos no site Quartodebebe.net. Acho que esse vai fazer sucesso, porque a Larissa e o Rafa são apaixonados por cachorros.

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Quarto de bebê xadrez e madeira. Mais fotos aqui.

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Quarto de bebê azul marinho e ursinho. Mais fotos em Quartodebebe.net.

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Quarto de bebê azul e branco com detalhes de ursinho. Mais fotos no post da Constance Zahn Babies.

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Decorando do quarto com papel de parede listrado azul. Mais fotos aqui.

Espero que gostem! E vem logo, Joaquim, que estamos te esperando :D

Com carinho,
Sofia